Interpretação de texto: A menina corajosa – 7º ano

Interpretação de texto: A menina corajosa - 7º ano

    Atividade de interpretação de texto, voltada para os alunos do 7º ano, permite o aprimoramento de diferentes habilidades de leitura, por meio de variadas questões. O texto, intitulado A menina corajosa, nos conta sobre o dia em que uma menina se deparou com uma onça em uma mata fechada. O que aconteceu? Descubra lendo o texto!

    Você pode baixar esta atividade de língua portuguesa em modelo editável do Word, pronta para impressão em PDF e também a atividade respondida.



 

 

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ESCOLA:                                                          DATA:

PROF:                                                              TURMA:

NOME:     

Leia:

A menina corajosa

    Esta história aconteceu com a minha bisavó paterna, e foi contada pela filha dela, que é minha avó. Quando criança, minha bisavó morava num sítio. Seu pai sustentava a família na roça. Todos os dias, ela ia levar comida para o pai no roçado, um lugar longe de casa. Sua cachorrinha sempre ia com ela.

    Um dia, quando levava a marmita para o pai, andando bem tranquila pela trilheira, num lugar onde a mata era fechada, viu que a cachorrinha começou a choramingar e a se enrolar nas próprias pernas. A menina percebeu que alguma coisa estranha estava acontecendo. Olhou para os lados e viu uma onça bem grande, com o bote armado, a ponto de pular do capinzeiro em cima dela. No que viu a onça, a menina ficou encarando a danada. Pouco a pouco, sempre olhando para o bicho, ela foi se afastando para trás sem se virar. Quando pegou uma boa distância, a menina correu em disparada até se sentir segura.

    Quando chegou em casa, estava sem voz. Depois de muito tempo é que conseguiu falar. Os homens da fazenda pegaram as armas e foram procurar a onça. Mas não a encontraram. Minha bisavó foi muito corajosa, porque, na hora em que ela viu a onça, conseguiu lembrar do que o povo dizia: “Onça não ataca de frente, porque tem medo do rosto da pessoa. Quem quiser se ver livre dela, basta encarar a danada e não lhe dar as costas.”.

TOMAZ, Cristina Macedo. “De boca em boca”. São Paulo: Salesiana, 2002.

 

Questões:

Questão 1 – A finalidade do texto é:

a) refletir sobre um fato do cotidiano.

b) relatar uma experiência na mata fechada.

c) alertar quanto aos perigos da mata.

d) expor uma opinião acerca de um ato de coragem.

 

Questão 2 – Identifique o fato que levou a menina a perceber que algo estranho estava acontecendo na mata:

 

 

Questão 3 – Registra-se o clímax da história no trecho:

a) “[…] andando bem tranquila pela trilheira, num lugar onde a mata era fechada […]”

b) “[…] viu que a cachorrinha começou a choramingar e a se enrolar nas próprias pernas.”

c) “[…] viu uma onça … com o bote armado, a ponto de pular do capinzeiro em cima dela.”

d) “Os homens da fazenda pegaram as armas e foram procurar a onça.”

 

Questão 4 – Qual foi a atitude da menina diante da situação problemática?

 

 

Questão 5 – Por que a menina tomou a atitude identificada na questão anterior?

 

 

Questão 6 – Transcreva a parte do texto em que o narrador expõe a sua opinião sobre a história contada:

 

 

Questão 7 – Em todas as alternativas, o termo em destaque refere-se à protagonista da história, exceto em:

a) “Seu pai sustentava a família na roça.”

b) “Todos os dias, ela ia levar comida para o pai no roçado […]”

c) “[…] ela foi se afastando para trás sem se virar.”

d) “Mas não a encontraram.”

 

Questão 8 – Na passagem “Seu pai sustentava a família na roça.”, o verbo sublinhado aponta para um fato:

a) contínuo no passado.

b) hipoteticamente ocorrido.

c) concluído totalmente.

d) situado em um passado longínquo.

 

Questão 9 – Justifique o emprego das aspas ao final do texto:

 

 

Por Denyse Lage Fonseca – Graduada em Letras e especialista em educação a distância.

As respostas estão no link acima do cabeçalho.







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